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Edifício Dr. Crispim – Brasília – DF.

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A limpeza dos nebulizadores deve ser feita diariamente – quando em uso contínuo- e antes de guardar os aparelhos, evitando a contaminação por fungos, vírus e bactérias.
A solução de desinfeção pode ser feita com:
- 1 litro de água filtrada
- 2 colheres de sopa de água sanitária
Deixar os componentes (máscara, cabeçote, copo/recipiente etc.) nesta solução por 30 minutos.
Em seguida, deixar secar os componentes ao ar livre.
Antes de guardar o aparelho, deve-se ligá-lo, sem conectar o “copo/recipiente de medicação” para que o ar comprimido atravesse a mangueira eliminando a umidade.
Também existem soluções germicidas prontas disponíveis em lojas de material médico-hospitalar.
Atenção especial deve ser dada para o filtro de ar, que deve ser trocado conforme instrução do fabricante (geralmente quando coloração fica escura).

Confira entrevista Dra. Natasha Ferraroni ao DF TV (16.07.2011)
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1566676-7823-LAGO+PARANOA+ESTA+FICANDO+MAIS+RASO,00.html

O espaçador é um objeto de crucial importância para a administração das medicações em aerossol (spray).
É utilizado literalmente para “aumentar” o espaço, ou seja, a distância entre o medicamento (aerossol dosimetrado) e a boca do paciente, diminuindo desta forma os efeitos colaterais da medicação. Isto significa dizer que, parte da medicação que seria depositada na cavidade oral e absorvida pela mucosa, caso a medicação fosse administrada diretamente na boca, ficará retida no espaçador. Além disto, o espaçador também é fundamental para crianças e idosos, que dificilmente coordenam a respiração com a inalação da medicação.

A limpeza do espaçador deve ser feita semanalmente.

Materiais necessários: bacia limpa + água morna + detergente líquido

Passo 1. Coloque pequena quantidade de detergente na bacia com água morna.

Passo 2. Coloque o e espaçador desmontado na bacia e faça submersão.

Passo 3. Enxaguar apenas a máscara e secar ao ar livre. Não se deve enxaguar a parte cilíndrica do espaçador, para manter sua eletrostática. Não se deve escovar, esfregar ou friccionar, nem ferver ou escaldar nenhuma das partes.

Passo 4. Secar ao ar livre.

Embora muitas vezes usados como sinônimos, é importante estabelecer a diferença entre intolerância e alergia. A alergia é uma resposta do sistema imunológico a algum componente do alimento – em geral, proteínas. A intolerância trata-se de uma reação adversa que envolve a digestão ou o metabolismo, mas não o sistema imunológico.

Definição: Intolerância à lactose é a incapacidade de digerir a lactose, resultado da deficiência ou ausência da enzima intestinal chamada lactase. Este problema ocorre em cerca de 25% dos brasileiros.

Classificação: Há três tipos de intolerância à lactose, que são decorrentes de diferentes processos. São eles:

1) deficiência congênita da enzima (início dos sintomas ao nascimento)
2) diminuição enzimática secundária a doenças intestinais;
3) deficiência primária ou ontogenética (início dos sintomas aos 2 ou 3 anos de vida)

O primeiro tipo é um defeito genético muito raro, no qual a criança nasce sem a capacidade de produzir lactase. Como o leite materno possui lactose, a criança é acometida logo após o nascimento.

O segundo tipo é bastante comum em crianças no primeiro ano de vida e ocorre devido à diarréia persistente, pois há morte das células da mucosa intestinal (produtoras de lactase). Assim, o indivíduo fica com deficiência temporária de lactase até que estas células sejam repostas.

Estatisticamente, o terceiro tipo é o mais comum na população. Com o avançar da idade, existe a tendência natural à diminuição da produção da lactase. Esse fato é mais evidente em algumas raças como a negra (até 80% dos adultos têm deficiência) e menos comum em outras, como a branca (20% dos adultos).

Causa: Devido a essa deficiência, a lactose não digerida continua dentro do intestino, sendo fermentada por bactérias, produzindo ácido láctico e gases (gás carbônico e o hidrogênio, que é usado nos testes de determinação de intolerância à lactose). A presença de lactose e destes compostos nas fezes no intestino grosso aumenta a pressão osmótica (retenção de água no intestino), causando diarréia ácida e gasosa, flatulência excessiva (excesso de gases), cólicas e aumento do volume abdominal.

Sintomas: Os sintomas mais comuns são: náusea, dores abdominais, diarréia ácida e abundante, gases e desconforto. A gravidade dos sintomas depende da quantidade ingerida e da quantidade de lactose que cada pessoa pode tolerar. Em muitos casos pode ocorrer somente dor e/ou distensão abdominal, sem diarréia. Os sintomas podem levar de alguns minutos até muitas horas para aparecer.

Tratamento: O importante é evitar leite in natura. Orienta-se o uso de leite com baixo teor de lactose – Elegê com baixo teor de lactose (Elegê®) , Zimyl® (Parmalat), Sensi® (Batavo). Evitar os seguintes alimentos: sorvete, coalhada, alimentos com creme de leite (mousse, pudim, risoto etc.). Os alimentos derivados do leite geralmente são bem tolerados (biscoitos, bolos, iogurtes). Se necessário, é possível utilizar-se de lactase em cápsulas ou comprimidos ANTES de ingerir o leite, em situações especiais, prescritos pelo médico.